Nessa terça-feira (2) é comemorado o Dia Mundial do Autismo, conhecido como TEA (Transtorno do Espectro Autista), na qual é um distúrbio no neurodesenvolvimento que interfere na interação social, além de deficiências verbais e físicas; padrões restritos e repetitivos de comportamento que se desenvolve na infância. De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde) há 70 milhões de casos no mundo e 2 milhões no Brasil, sendo metade desse número não diagnosticado. A Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno no Espectro Autista foi criada devido à atenção constante que requer no indivíduo. A lei permite que pessoas com diagnósticos comprovados tenham direitos a todas as políticas de inclusão, principalmente na educação, onde os pais têm de pagar acompanhamentos especializados nas escolas separadamente. No entanto as escolas privadas não podem cobrar a mais para haver a inclusão do aluno.
É necessário a comprovação de acompanhamento profissional médico, psicopedagogo ou pedagogo que discorra a razão do aluno precisar de um mediador de tarefas diariamente na sala de aula. A escola que se recusar a matricular o aluno poderá sofrer punições.
Sendo assim, todos os estabelecimentos públicos ou privados têm obrigação de fornecer acompanhamento para alunos com TEA. A importância de buscar ajuda profissional desde cedo é demasiada, pois quanto mais cedo for o diagnóstico, melhor será a qualidade de vida do indivíduo. Como não há diagnósticos de laboratório que identifique o transtorno, será observando hábitos e comportamentos da criança que permitirá buscar um diagnóstico com um psicopedagogo. Alguns sinais de alerta, são:
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