PANDEMIA

Governo do Maranhão flexibiliza regras e autoriza retorno às aulas na rede estadual de ensino

O uso de máscara ainda é obrigatório e o distanciamento social ainda é recomendado pelo governador.
Por: G1MA
Data de publicação: 20/07/2021 11h44

Em entrevista coletiva nesta terça-feira (20), Flávio Dino flexibilizou praticamente todas as restrições impostas pelo decreto vigente no estado para combater a pandemia da Covid-19 até o dia 30 de julho.

Flexibilização foi anunciada durante coletiva de imprensa realizada nesta manhã

O uso de máscara ainda é obrigatório e o distanciamento social ainda é recomendado pelo governador. Veja o que muda a partir desta terça-feira:

Cinema e teatro: liberados

Evento com até 200 pessoas em ambientes fechados

Evento com até 400 pessoas em ambientes abertos e ventilados

Administração pública estadual: 100% da capacidade

Igrejas: liberados

Grupo de risco vacinado pode retornar ao trabalho após 30 dias

Comércio, indústria, bares, restaurantes, shoppings, academias e supermercados: sem restrição de horários, com regras sanitárias.

“O protocolo universal é o uso de máscaras e distanciamento. Isso não significa dizer que a pandemia acabou, pelo contrário, a pandemia ainda está entre nós, no mundo. Nós temos o momento que podemos sonhar com o extermínio do coronavírus, mas não devemos descuidarmos, se descuidarmos, o coronavírus vai voltar em suas múltiplas variantes”, disse o governador.

Retorno às aulas

Ainda segundo com o governador, o retorno às aulas da rede estadual em sistema híbrido está prevista para o dia 2 de agosto, com um processo progressivo, de acordo com cada escola. “Nós vamos acompanhando e frisando que é imprescindível o cumprimento de protocolos sanitários”, disse.

Em relação as redes municipais, essa deliberação compete a cada gestor municipal.

Vacinação nos municípios maranhenses

De acordo com Flávio Dino, dos 217 municípios do Maranhão, 145 estão com alta produtividade na vacinação. Apenas 72 cidades estão no patamar mais baixo de imunização e, por conta disso, não receberão as novas doses.

“Com a produtividade dessas cidades, se tem vacina estocada, é claro que não recebe novas doses e, com isso, a vacinação fica para trás. Por isso, enfatizo a premência da aplicação das doses e a alimentação do sistema de informação do Ministério da Saúde para que com isso a população dessas cidades possam receber mais doses e, com isso, haver uma evolução na vacinação”, disse Flávio Dino.





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