A mulher que pediu, nessa quinta-feira (2), para o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) colocar o exército na rua para reabrir o comércio é Fátima Montenegro, empresária, militante bolsonarista e moradora de Brasília.
O deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP) acusou o presidente Jair Bolsonaro de ter contratado a empresária para reclamar da quarentena.
O deputado afirma que foi uma pessoa colocada estrategicamente para criar comoção.
Na gravação, ela, que se intitula professora particular, diz que o povo quer brasileiro e que a quarentena “é para vagabundo”. “Venho pedir ao senhor por milhares de pessoas, porque a imprensa não ajuda a gente”, diz a mulher.
Hoje, Fátima apareceu em inúmeros perfis nas redes sociais sendo desmascarada pelo fato de ter se identificado apenas como professora da rede privada e mãe de família.
"Pode ter certeza que a senhora fala por milhões de pessoas", respondeu o presidente à mulher, que o aguardava em frente ao Palácio da Alvorada, residência oficial, acompanhada dos dois filhos.
Essa é segunda fake news de Bolsonaro revelada nesta semana.
O presidente divulgou em sua conta no Twitter, na quarta-feira(1º), um vídeo em que um produtor mostra um galpão da CeasaMinas vazio e afirma que há desabastecimento de alimentos.
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