ESTAVA FORAGIDA

Suspeita de integrar grupo que assassinou a missionária Dorothy Stang é presa em Rosário

Luana de Cássia Castro Silva estava sendo monitorada há quatro meses e meio, sendo presa neste domingo no povoado Itamirim.
Data de publicação: 14/10/2019 13h36

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Luana de Cássia é suspeita de participar de grupo que assassinou a missionária Dorothy Stang no Pará – Foto: Divulgação

Suspeita de participar de grupo responsável pelo assassinato da missionária norte-americana Dorothy Stang, em 2005, no Pará, foi presa na noite deste domingo (13), na entrada de um clube de festa, no povoado Itamirim, município de Rosário.

Luana de Cássia Castro Silva estava sendo monitorada há quatro meses e meio. Durante esse tempo, a acusada mudava de endereço constantemente. Entretanto, a equipe do Grupo de Serviço Avançado (GSA) da Polícia Militar do Maranhão recebeu informação dando conta que Luana estaria em um festejo no povoado de Itamirim.

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Carlos Magno da Silva foi detido por tentar impedir a prisão de Luana – Foto: Divulgação

A acusada foi abordada na entrada de um clube de festa, local em que recebeu voz de prisão. Na ação, um homem identificado como Carlos Magno da Silva, conhecido como “Nanau”, também foi preso. Ele foi detido após tentar agredir a guarnição, na tentativa de impedir a condução de Luana de Cássia à delegacia. Com a dupla, a polícia encontrou um total de R$ 1.150,60 em espécie.

Segundo a polícia, existiam dois mandados em aberto em desfavor da foragida, um registrado na comarca de Belém-PA e outro em Açailândia-MA.

Luana de Cássia e Carlos Magno foram apresentados na Delegacia Policial (DP) de Rosário para as devidas providências.

 Dorothy Stang

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Dorothy Stang foi assassinada em 2005 no estado do Pará – Foto: Reprodução

A missionária norte-americana Dorothy Stang, naturalizada brasileira, foi assassinada com seis tiros em fevereiro de 2005, em uma estrada rural do município de Anapu, no estado do Pará. Dorothy era a maior liderança do Projeto de Desenvolvimento Sustentável Esperança (PDS), trabalho que acabou atraindo a inimizade de fazendeiros da região que se diziam proprietários das terras que seriam utilizadas no projeto.

Dorothy Stang chegou ao Brasil nos anos 1970 para realizar trabalhos pastorais na região amazônica. Sua atuação focou projetos de reflorestamento e de geração de emprego e renda para a população pobre local.





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