EM IMPERATRIZ

Morte de jovem executado dentro de bar é elucidada pela polícia

Gleyson Fernando Cavalcante Nascimento foi assassinado no dia 27 de abril deste ano.
Por: PORTAL JG COM G1MA
Data de publicação: 09/09/2020 15h40

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A Delegacia Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) de Imperatriz, segunda maior cidade do Maranhão, elucidou o assassinato do jovem Gleyson Fernando Cavalcante Nascimento, conhecido por “Gueto”. Gleyson foi morto dentro de um bar, no bairro Bacuri em Imperatriz, no dia 27 de abril deste ano. Segundo as investigações da DHPP, o crime foi passional, sendo que a vítima foi morta por encomenda.

Gleyson Fernando Cavalcante Nascimento foi assassinado no dia 27 de abril deste ano. — Foto: Divulgação.

De acordo com as investigações, Gleyson Fernando teria tido um caso com a mulher de um homem, o qual resolveu se vingar, mandando assassinar Gleyson.

Das três pessoas envolvidas no crime, uma morreu em confronto com a polícia e duas já foram presas: o mandante do crime e o agenciador do pistoleiro.

Segundo a polícia, o agenciador do pistoleiro foi Claumir Pereira da Silva Júnior, conhecido como ‘Bebezão’, que foi preso no mês de julho. Já o mandante foi Hudson Morais de Almeida, que está preso desde o último domingo (5), na cidade de Goiânia, no Goiás. Hudson será recambiado, nos próximos dias, para a cidade de Imperatriz, no Maranhão.

De acordo com a polícia, o executor do crime foi Lucas Leonardo de Sousa Garcia, o qual foi morto pela polícia do estado do Pará, durante uma troca de tiros em um assalto, na cidade de Parauapebas. Lucas Leonardo era conhecido em Imperatriz, pois foi professor de artes marciais em academias e escolas da cidade.

Segundo as investigações, a vítima, Gleyson Fernando, teria tido um caso com a esposa de Hudson, que resolveu então se vingar, mandando matar o jovem.

“Desse pensamento para a prática, foi rápido, Claumir se encarregou de arranjar o pistoleiro, no caso Lucas, que não foi preso porque morreu em confronto com policiais do Pará, durante um assalto”, disse o delegado Praxisteles Martins, titular da DHPP.

De acordo com o delegado, o caso já está encerrado e agora o inquérito policial será enviado à Justiça, que vai dar continuação ao processo.





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