ÔNIBUS E ESCOLA FORAM QUEIMADOS

Mais de 100 pessoas são detidas em Imperatriz suspeitas de envolvimento em atentados

Ao menos 30 delas foram detidas por suspeita de estarem envolvidas com o crime organizado.
Por: PORTAL JG COM O IMPARCIAL
Data de publicação: 27/07/2020 17h17

No fim de semana, as polícias Civil e Militar realizaram uma operação nomeada ‘Imperatriz Segura’ que resultou na condução de mais de cem pessoas à Delegacia Regional de Imperatriz. Ao menos 30 delas foram detidas por suspeita de estarem envolvidas com o crime organizado. Também foram apreendidas drogas e armas de fogo.

De acordo com a polícia, a ação teve início no último dia 23 pelas forças especiais das polícias Militar e Civil, além do Corpo de Bombeiros.

No total, 111 pessoas suspeitas de envolvimentos nos atentados aos veículos que foram queimados na semana passada em Imperatriz foram conduzidas para a delegacia. Só na noite do domingo (27), foram feitas 47 conduções e 11 pessoas ficaram presas.

Na operação, a polícia apreendeu 228 g de maconha, 30 quilos de cocaína, 2 kg de crack, 841 comprimidos de êxtase e SLD, e 26 armas de fogo entre revólveres e espingardas.

Incêndios em Imperatriz

Cinco criminosos encapuzados e armados invadiram e expulsaram os passageiros de um ônibus que faz linha nos bairros Centro/Bom Jesus, no município de Imperatriz, e atearam fogo no veículo, na noite da terça-feira (21). Os suspeitos também invadiram uma escola e incendiaram alguns objetos. Por conta disso, a operação Imperatriz Segura foi iniciada no dia 23 de julho.

Na madrugada da última quinta-feira (23) um incêndio deixou três caçambas, um ônibus e uma máquina patrol destruídos na Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (SINFRA), no município de Imperatriz. O Corpo de Bombeiros fez o controle das chamas.

De acordo com o delegado regional de Imperatriz, Ederson Martins, os incêndios ocorridos teriam sido realizados por bandidos de uma facção criminosa como forma de represália pela mudança de comando no Presídio de Davinópolis que autorizou uma operação que retirou regalias de alguns presos.

Ainda conforme o delegado, o grupo especial de operações penitenciárias realizou uma revista no presídio de Davinópolis, local para onde são encaminhados os presos coligados a essa organização criminosa, na qual foram encontrados pelo menos 14 celulares nas celas com os quais os presos comandavam os crimes do lado de fora, além de televisores, entre outros acessórios.





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