NÃO É PEDIDO É DIREITO!

Professores de Afonso Cunha denunciam o não pagamento do reajuste de 12,84% do piso salarial

Outros municípios como Chapadinha, Vargem Grande, Presidente Vargas, Mata Roma, Buriti, e Caxias, já estão com o piso salarial dos professores de acordo com o aumento de 12,84%.
Por: PORTAL JG
Data de publicação: 04/02/2020 13h35

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Prefeito do município de Afonso Cunha, Arquimedes Bacelar – Foto: Reprodução

Os professores do município de Afonso Cunha, localizado a 370 km da capital maranhense, já inciaram o ano enfrentando mais uma batalha para conseguir o que lhe é de direito. Apesar da boa notícia do aumento no piso salarial da classe de 12,84%, anunciado em janeiro pelo Governo Federal, o prefeito do município, senhor Arquimedes Bacelar, ainda não afirmou o reajuste.

O que se tem no momento é apenas o questionamento dos professores, de quando irão receber o pagamento reajustado. Na cidade, a informação que permeia é de que serão repassados apenas 4% de reajuste para o mês de março, uma perda de 8,84% dos direitos.

No do dia 31 de janeiro, o montante arrecadado pelo município de Afonso Cunha chegou a R $1.534.682,44, com uma complementação de 2019. A União repassa a complementação aos estados e respectivos municípios quando não alcançam com a própria arrecadação o valor mínimo nacional por aluno, onde 60% desse repasse são destinados a pagamento de profissionais do magistério em efetivo exercício – professores, diretores e orientadores educacionais, como forma de bonificação, como foi o caso dos professores de Caxias que receberam o mesmo.

Na região, apenas os professores do município de Afonso Cunha, não receberam o ajuste salarial. Chapadinha, Vargem Grande, Presidente Vargas, Mata Roma, Buriti, Caxias, Aldeias Altas, Codo, Coelho Neto, Timon, Brejo e Coroatá já estão regular com o aumento do piso.

Apesar de muitos nomes importantes dizerem estar representando a classe dos professores no cenário político, como o Presidente da Câmara Municipal, o professor e vereador Pedro Medeiros, o professor e vereador Paizinho, e o Secretário de Educação, o professor Milton Bastos – que está com seu nome cogitado a ser o vice do atual governo, o que se escuta é apenas o completo silêncio.

Até a publicação desta notícia, não conseguimos contactar o prefeito Arquimedes Bacelar e nem o Secretário de Educação Milton Bastos para se pronunciarem sobre o caso. O Portal JG deixa aqui o espaço aberto para que todos os citados na reportagem deem seu parecer.





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