OPERAÇÃO 'FAZ DE CONTA'

Gaeco e Polícia Civil cumprem mandados de prisão, busca e apreensão em São Luís

O objetivo da operação é desmobilizar condutas fraudulentas de institutos.
Data de publicação: 05/11/2019 09h25
Atualizado: 06/11/2019 00h02

Na manhã desta terça-feira (05), o Ministério Público do Maranhão (MPMA) e a Polícia Civil empreenderam uma ação com fins ao cumprimento de dez mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão temporária, nos termos da decisão judicial expedida na 1ª Vara Criminal do Termo Judiciário de São Luís.

A decisão fora endereçada ao Instituto Social Renascer e Instituto Periferia, na figura de seus titulares, Izadora Pestana Rocha e Márcio Rogério Leonardi, respectivamente; os contadores Ney Almeida Duarte, Paulo Roberto Barros Gomes e Neuber Dias Ferreira Júnior e seus respectivos escritórios de contabilidade; e o despachante Márcio Jorge Berredo Barbosa.

De acordo com as investigações, o Instituto Renascer e o Instituto Periferia teriam utilizado o Atestado de Existência e Regular Funcionamento para se beneficiarem junto às Secretarias Municipais de São Luís, por meio de convênios, através da aplicação de recursos de emendas parlamentares da Câmara Municipal.

Paulo Roberto Barros Gomes foi preso temporariamente, durante cinco dias. Computadores e documentos, de sua posse, serão periciados.

A decisão do MPMA buscou um adiantamento mediante uma eventual ocultação de provas. A 1ª Promotoria de Justiça Criminal do Termo Judiciário de São Luís, que instruiu o processo investigatório, foi responsável pela apuração de possíveis fraudes no Atestado de Existência e Regular Funcionamento, emitido pelas Promotorias de Justiça de Fundações e Entidades de Interesse Social da Capital.





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